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Tchê Tchê não gostou de ser questionado sobre a queda de seu rendimento em 2017 e disse que não achou a pergunta coerente, mas admitiu que não ficava “à vontade” na função em que Eduardo Baptista o escalava.
– Não concordo com você (repórter) sobre o fato de falarem que caí de rendimento. Eu não jogo sozinho aqui no Palmeiras. Se eu caí, o Palmeiras também caiu. Se você pegar meus números, só fiquei fora quando machuquei, fiz gols. Não considero sua pergunta coerente – disse o camisa 8, antes de emendar:
– Aprendi bastante coisa com o Eduardo e sou grato a ele também, mas nunca escondi dele que estava em uma função em que não me sentia à vontade. Muitas vezes ficava ali no meio dos volantes, pegando a bola de costas. Não é uma crítica, mas prefiro a maneira como o Cuca joga – declarou.
A gratidão de Tchê Tchê por Cuca é imensa, não só pela função em que o técnico gosta de utilizá-lo. Cuca o indicou ao Palmeiras após o Paulistão de 2016 e o escalou como titular logo de cara, na rodada inaugural do Brasileirão do ano passado. Por sinal, aquela goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-PR completará um ano domingo, dia do jogo contra o Vasco, novamente pela estreia na competição nacional.
-Não escondo de ninguém que tenho um carinho muito grande pelo Cuca. É uma pessoa que me ajudou muito. Temos que ser gratos a quem quer o nosso bem e procura nos ajudar, aprendi muito com ele – completou Tchê Tchê.
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